
Em pleno dia primeiro de Abril façamos o seguinte questionamento: Ser honesto é uma obrigação ou uma virtude?
Quando somos confrontados com essa pergunta, geralmente ficamos entre dois extremos. Ter que escolher entre apenas uma das alternativas é algo um tanto arriscado, pois não vejo como uma coisa poderia anular a outra. Não faz sentido a honestidade, em específico, ser uma obrigação sem que ao mesmo tempo seja uma virtude.
Será que é possível adquirir outras virtudes sem sermos honestos?
Será que é possível começar uma vida intelectual sem a principal virtude -- que é a virtude da sinceridade e honestidade?
Quando fazemos essa reflexão, devemos sempre entender que o ser humano é movido a incentivos. E a realidade nos mostra que os ditos "espertinhos" e "desonestos" muitas vezes, embora nem sempre, se sobressaem sobre os mais honestos e verdadeiros. Ser enganado não é algo novo, pois em toda história da humanidade houveram caloteiros, ladrões de propriedade, pessoas que se apropriam das outras por acharem elas vulneráveis. E em meio a essa triste realidade, em meio a esse "incentivo", por que honestidade não seria uma virtude?
A honestidade só não é uma virtude quando é praticada por conveniência. Reflexão básica esta que muitos não fazem. Quer aprofundar essa reflexão?
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