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Mostrando postagens de abril, 2018

Sobre o amor de Deus

   Você já se perguntou sobre a imensidão do amor de Deus? Você já parou para agradecer a Deus por pequenos momentos bons, momentos de felicidade em sua vida?    Eu não era esse tipo de pessoa, eu sempre acreditei, ou ao menos acreditava que o amor de Deus era medido pela quantidade de orações que eu fazia, ou a quantidade de dedicação e amor que eu colocava nelas. Foi então que uma pessoa - mais especificamente meu diretor espiritual - me ajudou a perceber que talvez eu estivesse um pouco errada. Neste relato contarei como isso aconteceu.    Eu sempre fui uma pessoa muito confusa, ansiosa, e do tipo que não sabe lidar com a imprevisibilidade do futuro, e esses eram alguns dos motivos que me fizeram procurar uma direção espiritual. De inicio, eu me senti esperançosa, cumpria todas as atividades que meu diretor me passava, não pelo fato de fazer isso por Deus, mas pelo fato de que havia prometido obediência ao meu diretor, e também pelo fato de que er...

Lembra-te que és pó! "Memento, homo, quia pulvis es et in pulverem reverteris"

É bem provável que você já conheceu ou conheça alguém mundano. Não digo alguém que “vive em pecados, uma vida toda torta e lastimável”, algo “sujo,’’ como alguém que vive nas drogas ou no mundo do crime, mas alguém que vive apenas para o mundo: Os seus olhos estão voltados apenas para baixo ou para frente, não ousa dar um passo sequer se isso não lhe dá uma nova oportunidade aqui na Terra, não toma nenhuma atitude que lhe recorde a nobreza e a infinita beleza das “coisas do alto”, mas apenas a mediocridade feia das coisas da terra. Ele não se preocupa com religião ou crença. Pode até ser batizado, ter feito a primeira comunhão, ter uma mãe ou avó católica com a sala cheia de imagens de santos ou que reza todos os dias com algum padre na TV. Mas ele mesmo não se preocupa com isso. O que realmente lhe importa é o salário no fim do mês, a comida na mesa, a família viva e uma boa condição social/financeira. Não digo que essas coisas são ruins, muito pelo contrário, mas o nosso mu...

Honestidade é uma obrigação ou virtude?

Em pleno dia primeiro de Abril façamos o seguinte questionamento: Ser honesto é uma obrigação ou uma virtude? Quando somos confrontados com essa pergunta, geralmente ficamos entre dois extremos. Ter que escolher entre apenas uma das alternativas é algo um tanto arriscado, pois não vejo como uma coisa poderia anular a outra. Não faz sentido a honestidade, em específico, ser uma obrigação sem que ao mesmo tempo seja uma virtude. Será que é possível adquirir outras virtudes sem sermos honestos? Será que é possível começar uma vida intelectual sem a principal virtude -- que é a virtude da sinceridade e honestidade? Quando fazemos essa reflexão, devemos sempre entender que o ser humano é movido a incentivos. E a realidade nos mostra que os ditos "espertinhos" e "desonestos" muitas vezes, embora nem sempre, se sobressaem sobre os mais honestos e verdadeiros. Ser enganado não é algo novo, pois em toda história da humanidade houveram caloteiros, ladrões de prop...