
Muitas vezes
podemos achar que, de tanto as ondas baterem em nosso barco, de tanto a
tempestade nos assolar, de tanta água salgada que somos obrigados a engolir, não
há como sorrir, não há o porquê seguir pois não há alegria. Somente tristeza e
dor.
É difícil escalar uma montanha, mas não impossível.
Um soldado na batalha pode vir a sentir muita dor, mas nem por isso significa
que ele vai perder a batalha. As dores não sinal de fracasso, mas são sinal de
que estamos lutando pela vitória.
Não desanimemos quando vier a tempestade, por pior que ela pareça. Pois até mesmo atrás das mais grossas nuvens de chuva ainda há um sol para brilhar sobre os bons e maus. Quando esse sol estiver finalmente brilhando, após a tempestade, você pretende ser qual? O bom ou o mal? Isso tudo depende de como você enfrentou a tempestade e do porquê você a enfrentou.
Não desanimemos quando vier a tempestade, por pior que ela pareça. Pois até mesmo atrás das mais grossas nuvens de chuva ainda há um sol para brilhar sobre os bons e maus. Quando esse sol estiver finalmente brilhando, após a tempestade, você pretende ser qual? O bom ou o mal? Isso tudo depende de como você enfrentou a tempestade e do porquê você a enfrentou.
Se nós lutamos,
provavelmente sentiremos dor. Mas pelo que estamos lutando? Contra o que estamos lutando? Como estamos lutando? É algo que vale a
luta? Estamos o fazendo com determinação? Com "determinada determinação?" Ou algo inútil, que pode e deve ser trocado por um chamado, uma vocação
maior? Ou ser feito de uma forma muito melhor?
Nós não podemos nos “prostituir’’, trocando de formas e ideias toda vez já nas primeiras gotas de chuva da tempestade somente para dar uma falsa sensação de alívio. Sejamos enérgicos, lutemo como muitos lutaram. Independente de se tratar de um santo ou um guerreiro pagão traiçoeiro, ambos lutaram até o fim, superando suas dores. Mas o Santo ganhou algo muito maior que o pagão: algo eterno e glorioso, Ver Deus face a face. Que possamos dizer como o grande filósofo britânico G.K Chesterton: “Ao menos o meu ideal é fixo, foi fixado antes dos alicerces do mundo.”
Nós não podemos nos “prostituir’’, trocando de formas e ideias toda vez já nas primeiras gotas de chuva da tempestade somente para dar uma falsa sensação de alívio. Sejamos enérgicos, lutemo como muitos lutaram. Independente de se tratar de um santo ou um guerreiro pagão traiçoeiro, ambos lutaram até o fim, superando suas dores. Mas o Santo ganhou algo muito maior que o pagão: algo eterno e glorioso, Ver Deus face a face. Que possamos dizer como o grande filósofo britânico G.K Chesterton: “Ao menos o meu ideal é fixo, foi fixado antes dos alicerces do mundo.”
Não desanimemos
na tempestade! A vida não é feita somente de arco-iris e unicórnios saltitantes
de alegria. Ora, se o fosse não haveria o porquê lutar por um bem maior, querer
se superar e querer algo melhor como todos os homens querem.
Pense na
parábola das vinhas e dos ramos: Dói, mas é necessário cortar alguns ramos para
que se possa dar bons frutos, e frutos em abundancia.
Alimente-se de coisas que nos darão força nessas
batalhas diárias! A palavra, a eucaristia, a adoração, a ORAÇÃO! Algo tão
importante, mas que muitas vezes nos esquecemos...
Leia,
escreva, estude, busque e transmita conhecimento! Seja luz e dê forças, dê luz para
outros que enfrentam as tempestades da vida como você.
“A vida é teu
navio, não tua morada”, já dizia Santa Terezinha. Se esta doendo, significa que
não está morto. “Só coisa morta segue a correnteza. É preciso estar vivo para contrariá-la,”
já dizia Chesterton.
Avante!
Exultai e alegrai-vos por estarem lutando, força nas batalhas! Reabasteça,
procure novos combustíveis, renove suas energias, esperanças e vontades naquele
que é o único motivo de se lutar: Por aquele que é eterno e nunca desiste de
nós.
Destas batalhas, ou sairemos mártires, ou fracassados. E um fracassado só o é porque é preguiçoso ou medroso demais para confiar nas novas energias que o grande Rei dá para seu exército. E tudo deve ser feito acima de tudo por amor, pois quem não vive pelo amor, morrerá pela falta dele.
O Próprio Amor nos amou, o próprio amor travou a maior de todas as batalhas por mim, por você, por todos nós.
O problema da sociedade é porque ela não luta e sente carência... Carência não de amor, mas Do amor.
A maior prova
de amor da história foi dada no sofrimento dos açoites, humilhações, tapas,
espinhos e a crucificação que Jesus Cristo, o próprio Deus feito homem sofreu por amor a
nós. Melhor dizendo, por amor a VOCÊ!
“No mundo, eis de ter tribulações, mas ânimo!
EU venci o mundo.”
-João 16 v33.
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