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A inversão de valores e a moral do homem medieval


     Ao utilizarmos o homem medieval como exemplo, percebemos que ele tinha a sua moral e ética fundamentadas em dogmas cristãos.
     A palavra ética vem do grego que diz respeito aos costumes, a conduta moral e aos hábitos dos homens em sociedade, ou seja, o homem tinha uma ética bem moldada, e de certo ponto de vista, correta, pois buscava sempre o bem.
     Entretanto para tudo há exceções, e como a história tenta nos mostrar, o homem medieval, apesar de ter sua face voltada para deus e para uma boa conduta, (o que claro, não ocorria a todos) guerreava demasiadamente, por territórios, por seus interesses, pelo que acreditava e pelo que amava.
     Ao tentar discernir o certo do errado o homem se caracteriza como um ser moral. O homem é um ser que possui senso de ética e moral! Pois esta sempre analisando se suas ações são boas ou ruins.          Entretanto, nos dias atuais a sociedade, em seu ponto de vista, “tem evoluído”, e tem ocorrido a inversão de valores, pois valores que eram preservados e seguidos séculos antes foram transmutados, e não são mais tão seguidos ou conhecidos nos dias atuais. Isso ocorreu, pois o homem que nasce neutro, é educado e criado em um sistema social que não presa mais a ética e moral como valores principais, dai dizemos que o sistema atualmente é falho, pois o homem tem sido criado apenas para vivenciar sua liberdade e satisfazer seus prazeres, sem se preocupar se o que ele faz é correto ou não, ou se o que ele faz infringe ou não os direitos do próximo. O homem tem se preocupado apenas com valores não tão necessários para a formação de sua conduta, e muitas vezes prejudiciais para a mesma.
     Pode-se também caracterizar essa criação como uma fábrica de pessoas egocêntricas, onde apesar de ter-se tentado criar pessoas voltadas para o próximo, não se criam bases, muito menos hábitos.
     O homem da antiguidade tinha a noção da moral e da ética, do que era certo ou errado, era livre de certo modo (apesar de que não no sentido literal da palavra), pois não era prisioneiro de suas vontades, de seus atos. O homem contemporâneo tem sido exatamente ao contrario, tem sido prisioneiro de seus atos, de suas vontades, do estado, etc.


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